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Quando a empresa e o governo apoiam a paternidade ativa

Em outubro do ano passado, foi sancionada pelo governo federal, a lei que permite que as empresas participantes do programa Empresa Cidadã ampliem de 5 para 20 dias a licença paternidade. Claro que diante das mudanças na vida de alguém que acaba de virar pai e tem o dever de cumprir as novas responsabilidades, assim como a mãe do recém-nascido, 20 dias é pouquíssimo.

As empresas têm um papel fundamental para mudar a cultura de que o homem tem apenas o papel de trabalhado, enquanto a mulher é cuidadora. É um direito dele ser mais participativo nesse momento familiar. Por isso, pensando mais a frente e buscando apoiar a igualdade de gêneros, algumas empresas foram além.

O Facebook, por exemplo, anunciou, no início e 2016, que todas as unidades da empresa passariam a oferecer uma licença parental remunerada de 4 meses. Para o Facebook Brasil, isso significa que os recém papais passaram a ter uma licença paternidade de 4 meses. Além disso, a licença também vale para casais do mesmo sexo que optaram pela adoção.

“Estamos comprometidos em proporcionar aos nossos funcionários os recursos que precisam para se sentirem apoiados, tanto no trabalho, quanto em casa, e acreditamos que o aumento da quantidade de tempo de licença remunerada é a coisa certa a fazer”, disse, na época, Sheryl Sandberg, chefe operacional do Facebook.

Além do Facebook, a Netflix, outra empresa de internet tão desejada pelos jovens, aderiu à política.

“Estamos introduzindo uma política de licença ilimitada para novas mães e pais que permite que se afastem por tanto tempo quanto precisarem durante o primeiro ano após o nascimento ou adoção de crianças”, disse a vice-presidente de talentos da empresa, Tawni Cranz, em comunicado. “Os pais podem retornar ao trabalho durante meio período, período integral ou voltar ao trabalho e se afastar conforme suas necessidades”, continuando a receber seus salários normalmente.

Em alguns países, como na Alemanha e Islândia, a licença parental é distribuída entre pai e mãe, podendo a criança ser cuidada por um período por um e outro período, por outro.

Por mais empresas conscientes e iniciativas governamentais que apoiem a vivência da paternidade como ela deve ser!

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