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Erre, erre, aprenda, acerte!

E “Todo sucesso nasce de um fracasso”… Essa é uma das frases mais pronunciadas pelo jornalista e economista inglês Tim Harford, autor de livros sobre sucesso, fracasso e o medo de cometer erros.

 

Ele esteve no Brasil pela primeira vez no mês passado e entrevista ao Valor Econômico, destacou a importância de cometer erros, aceitá-los e então aprender com eles para fazer certo das próximas vezes.

Mas afinal, cometer erros ajuda ou atrapalha quando o assunto é trabalho? Qual a importância de errar e quando se pode errar, sem comprometer todo o resto da trajetória, profissional ou de vida? Para Harford, todo sucesso começa com o fracasso e seu livro “A Arte de Cometer Bons Erros” fala sobre a importância de cometê-los. “O desafio que proponho é falar deles como parte da experiência de aprendizagem, é por isso que eu chamo de “bons erros”. Se o erro é menor, mais barato e nos ensina alguma lição ele é um bom erro. Se ele é grande, caro e não nos ensina nada é um erro ruim”, explica o inglês que considera que exista muitos tipos de erros.

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Errar amedronta quem poderia experimentar novas estratégias e essa postura, apesar de ser prudente, pode evitar novas descobertas e quem sabe dar um salto no desenvolvimento de novos processos na empresa. “O tempo todo cientistas experimentam coisas que funcionam ou não, e eles não chamam isso de erro, pois vão aprender algo com aquilo. Mas se um político diz que vai ver se uma política funciona ou não ele é criticado. Por que não funciona da mesma forma? Por que um político não pode experimentar?”, questiona Harford.

Sem saber como regrar esses experimentos, algumas empresas inibem certas iniciativas de colaboradores por encararem como algo que possa trazer prejuízos financeiros provocados por erros ruins. Mas, segundo o economista, algumas companhias que reconhecem isso como um problema premiam funcionários que cometem alguns tipos de erros. “Você não pode premiar alguém que foi desonesto, rude com um cliente ou que fez uma aposta estúpida com o dinheiro da empresa. Também não pode premiar quem comete o mesmo erro várias vezes. Mas o caso de alguém que compra algo interessante, que poderia ter funcionado mas não funcionou, é diferente”, diz Tim Harford.

E você? Está disposto a cometer erros bons? A empresa onde trabalha, ou onde trabalhará pode estar muito interessada em suas ideias e planos para resolver algum problema dentro da empresa. Que tal ser proativo e deixar que seus gestores saibam o que tem em mente?


 

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