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Programação também é coisa de mulher!

Apesar dos números dizerem o contrário.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), realizada pelo IBGE, apenas 20% dos profissionais que atuam no mercado de TI são mulheres. A boa notícia é que, ao que parece, esse número vem aumentando: de acordo com a Sociedade Brasileira de Computação (SBC), em 2014, apenas 16% do total de formandos em cursos de informática eram mulheres. Isso provavelmente explica o fato de que 40% dos participantes da Campus Party 2017 eram mulheres.

Buscando equilibrar esse número, existem algumas iniciativas no mercado que visam ensinar as mulheres a programarem e aproximá-las desse mercado, tanto por meio de palestras e encontros quanto cursos e workshops.

#MinasProgramam é uma dessas iniciativas. Para o grupo “a falta de estímulo e de referências não gera motivação e acaba por compor o quadro de ausência de mulheres na tecnologia”, então, pensando em como a programação pode ter um papel importante para o empoderamento feminino, surgiu o projeto, que tem como ideia promover um espaço de formação básica para mulheres que queiram saber mais sobre programação, mas não sabem por onde começar.

Outros exemplos são o MariaLab,  um coletivo feminista que organiza encontros e eventos gratuitos para troca de informações, networking e grupo de estudos, e o PrograMaria, que incentiva o debate sobre a falta de representatividade feminina na tecnologia e leva a discussão a grandes eventos de tecnologia.

Quanto às empresas, as áreas de tecnologia ainda são dominadas por homens. Até mesmo as grandes, engajadas no tema diversidade, como Google, Apple e Facebook,  entre seus funcionários nas sedes do Vale do Silício, nem um terço são mulheres, segundo seus relatórios de diversidade.

E na empresa que você trabalha ou naquela que você gostaria de trabalhar, programar é coisa de mulher?

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